O encontro de todos os dias
São frios...secos
Eu os olho e os reconheço
E não conheço
Na frieza da vida urbana
O toque gelado
Os olhares cruzados
Nenhuma palavra, nem gesto.
Gritos de tristeza em mim
Seres iguais, separados por algo
Algo que não existe
Criado pelos seres
Chuva da tarde
Todos abrigados sob a mesma tenda
Nenhuma palavra
E as vezes, nenhum olhar.
Ps:Este poema foi publicado no Jornal do Colégio 3 de Maio, o C3 News.
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