Fórmula da Felicidade
Minha receita é simples
Sonho
Coragem
E um pouco de sorte
Tudo que precisamos para sermos felizes
Basta dizer pitacos e patacos
Mistura-los a uma poção divina
Chorar para que acerte
E está pronta
A fórmula da felicidade
Pelo menos é o que diz
O velho livro de receitas de um sonhador
Palavras perfeitas
Respostas previsiveis
O abraço sincero
E um beijo real
Imaginado
O mundo deu voltas
Em vez do abraço, foi um tapa
Em vez do beijo, um adeus
Quando te vejo, você se esquiva
Lá se foi, minha divina fórmula
Com palavras afiadas
Aprendi que não se medita
Não se pode prevenir
Não consigo adivinhar
Acho melhor improvisar
Talvez um olhar valha mais que um discurso
Um "Oi" mais que um buquet
Um sorrizo
Ah
Droga
Estou fazendo outra receita!
*
sexta-feira, 24 de julho de 2009
terça-feira, 21 de julho de 2009
Mudei
Mudei meus habitos
Mudei meu hálito
Mudei meu jeito
Mudei a voz
Mudei meu tempo
Mudei as roupas
Mudei de novo de lugar
Mudei os móveis
Mudei o imóvel
Mudei as meias
Mudei meu mundo
Mas na estante
Está a foto
Que não me muda
Nem um segundo
Cravei no peito
Um pensamento
Que não engana
Meu sentimento
Mudei meu corpo
Mudei a mente
Mas não mudei
Meu coração
Você ficou
Não quis mudar
Mesmo que de amante
Tenha mudado
Não mudei você
É o meu amor
Mas me deixou mudo
Pra quem quer que for
A próxima que me queira amor!
Mudei meu hálito
Mudei meu jeito
Mudei a voz
Mudei meu tempo
Mudei as roupas
Mudei de novo de lugar
Mudei os móveis
Mudei o imóvel
Mudei as meias
Mudei meu mundo
Mas na estante
Está a foto
Que não me muda
Nem um segundo
Cravei no peito
Um pensamento
Que não engana
Meu sentimento
Mudei meu corpo
Mudei a mente
Mas não mudei
Meu coração
Você ficou
Não quis mudar
Mesmo que de amante
Tenha mudado
Não mudei você
É o meu amor
Mas me deixou mudo
Pra quem quer que for
A próxima que me queira amor!
Sonho e Ilusão
Quero seguir meu fluxo
Quero sorrir com meus amigos
Quero pensar no agora
Quero voltar ao que foi
Vou embora daqui
Mas levarei todas as fotos e pensamentos
Vou mudar toda a minha vida
Mas não posso esquecer os números de telefone
Vou parar de chorar
Mas voltarei sempre que sentir saudades
Vou parar de pensar neste lugar
Mas enviarei cartas para saber como estão as coisas
Vou abraçar a primeira opção
Será que não é besteira?
Vouseguir por aquela direção
Antes eu sabia o caminho!
Vou fazer novos amigos
Estou traindo os antigos?
Vou ser sóbrio o tempo todo
Mas me embebedo toda vez que as lembranças vem!
Vejo em meu futuro um sonho
E em meu passado, uma ilusão
Fechei meus olhos
Rodei dez vezes
Cantei uma música
E corri sem saber pra onde
Se quebrar a cara?
Nós humanos sempre temos mais uma pra usar!
Quero sorrir com meus amigos
Quero pensar no agora
Quero voltar ao que foi
Vou embora daqui
Mas levarei todas as fotos e pensamentos
Vou mudar toda a minha vida
Mas não posso esquecer os números de telefone
Vou parar de chorar
Mas voltarei sempre que sentir saudades
Vou parar de pensar neste lugar
Mas enviarei cartas para saber como estão as coisas
Vou abraçar a primeira opção
Será que não é besteira?
Vouseguir por aquela direção
Antes eu sabia o caminho!
Vou fazer novos amigos
Estou traindo os antigos?
Vou ser sóbrio o tempo todo
Mas me embebedo toda vez que as lembranças vem!
Vejo em meu futuro um sonho
E em meu passado, uma ilusão
Fechei meus olhos
Rodei dez vezes
Cantei uma música
E corri sem saber pra onde
Se quebrar a cara?
Nós humanos sempre temos mais uma pra usar!
Roseiral
Andei pensando no que penso
Não penso nada a seu respeito
Acho que penso no seu peito
Mais nada vem em minha mente
Os passos calam a tua voz
O vento quente me entorpece
Me excito ao ler seu nome
Ao ver sua face lunar
Mesmo quando está de lua
Você me convence do que não entendo
Ouço promessas sem recompensas
E obedeço os seus pensamentos
Os beijos leves e tão ardentes
Os lábios fortes e tão rosados
As rosas cobrem os seus cabelos
Quanto estamos sob o manto do pecado
Caricias e marcas por todo corpo
As paredes tapam os ouvidos
Para não se sentirem tão envergonhadas
Com o roseiral em nosso manto
Caricias dolorosas no coração
Palavras falsas
Verdadeiras emoções
Sentimento preenchido
Com um pouco de perversão
Vou para casa encontrar-me com minha vida
Afinal
Sou seu amante casual.
sábado, 18 de julho de 2009
Amores Vem e Vão
Meus amores vem e vão
Com a força de um tufão
O coração já não aguenta
Cada veia se arrebenta
A cada trote do olhar
A cada beijo de flertar
As horas que passamos nus
As mentiras que não fazem jus
Os esqueletos desse mundo
Os sentimentos tão profuntos
Reviravoltas no amor
Por todas sinto tanta dor
As dores fortes em cada toque
Meus sentimentos estão em morte
Seus beijos gélidos e mal amados
A superfície de um iceberg
Muitos abraços e disparates
O coração enciumado
Traiu a sí com um olhar
Se demorou a declarar
O quanto sente por tanto amar.
Velhices
Em uma velha cabana
Dorme um velho lobo
Sábio
Sóbrio e Louco
Em um velho bosque
Vive uma árvore
Intácta
Mas já sem vida
Em meu coração está aquele velho amor
Dormente e intácto
Sábio e louco
Vivo e morto.
Batalha Épica
Carrego um fardo
Pesado e insuportável
Junto a minha espada e meu escudo
Duelando contra guerreiros e dragões
Prometendo bravuras de amor
Fugindo de minha conscinência
Minha adaga esta cega
Meu escudo está trincado
Mas aguento as flechadas com meu coração
Que sangra lágrimas
E se despedaça a cada olhar
A cada golpe que dou
Minha espada zuni seu nome
Meu escudo urra de saudade
E minhas batalhas se tornam épicas
Enfim, matarei meus medos
Conseguirei livrar-me de minhas armas
E lutar contra meu amor por você
Tentando aceitá-lo.
Pesado e insuportável
Junto a minha espada e meu escudo
Duelando contra guerreiros e dragões
Prometendo bravuras de amor
Fugindo de minha conscinência
Minha adaga esta cega
Meu escudo está trincado
Mas aguento as flechadas com meu coração
Que sangra lágrimas
E se despedaça a cada olhar
A cada golpe que dou
Minha espada zuni seu nome
Meu escudo urra de saudade
E minhas batalhas se tornam épicas
Enfim, matarei meus medos
Conseguirei livrar-me de minhas armas
E lutar contra meu amor por você
Tentando aceitá-lo.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Aquela Garota
Aquela garota me disse seu nome
Aquela garota sempre se esconde
Aquela garota se faz de inocente
Aquela garota me deixa doente
Eu procuro um lugar pra eu poder desabafar
Pra eu poder me embriagar
Pra eu poder te levar
Passei horas ,dias procurando
Um recanto de encanto
Com tulipas tao bonitas
Que eu possa te enxergar
Sempre que você está perto eu me perco
Sempre que esta perto entorpeço
Sempre que esta perto eu não deixo
Ninguém nos atrapalhar
Mas pode ligar
Quando quiser
Eu vou te seguir
Eu estou aos seus pés
E quando você
Não me quiser
Eu mudo meu nome
Faço como quiseeeer
Relógio
A lua brilha com um sorrizo sarcastico
Cada minuto é uma eterna espera
O sono vem
E quando me deito meus pensamentos me acordam
Não durma a dias, não durmo a horas
Meu relogio é um sino a badalar
O tic-tac mais parece uma furadeira
Que não para de machucar minha alma
Sinto as feridas sicatrizarem durante o dia
E serem abertas a luz das estrelas
Elas penetram em minha carne com delicadeza
E explodem dentro de minhas veias
A brisa leve que toca o meu rosto
São calafrios de uma noite de inverno
A cada tic-tac do relógio
O despertar de uma nova ideia
Que me impede de sonhar novamente
Não sei mais o que é sonhar
Acordo de segundo em segundo
Só há tempo de chorar
Pois o relógio continua a badalar
Sempre que olho o ponteiro não se move
Ouço seu som, mas não se move
Passam-se horas e o ponteiro não se move
Eu não me movo diante deste desespero
Quando a lua decidi dormir
O sol nasce e me diz para deitar
É só com ele que agora vou sonhar
Pois a lua me traiu
Ela me fez chorar
Em meus próprios sonhos.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Meu Roteiro
Eu sou um ator
Que atura a dor
De cada amor
Ensaiado
O meu roteiro é longo
O meu roteiro é belo
Mas de tanto lê-lo
Acabo enjoando desta história
As minhas falas são contadas
No tempo certo
No tom certo
O meu ritmo está morto
O meu roteiro de amor
Mostra historias longas
Curtas
Cheias de drama
O meu roteiro de amizade
Tem dificuldades anormais
Tem belezas naturais
De um lugar morto
Mas cansei de atuar
Cansei de aturar
Tanto ensaio pra algo chato
Que me enjoa
Pois ja seu o fim
Agora
Mudemos nossa arte
Seremos atores
Improvisando
Cada fala
Cada gesto
Fazer do mundo nosso palco
E tirar aplausos desta plateia que nos vê
domingo, 12 de julho de 2009
Anjos e Demonios
Sinto um perfume
Sinto o enxofre ao meu redor
Vejo o demonio
Está chorando perto de mim
Tento correr
Mas ele segue meus passos
Tento ataca-lo
Mas meus golpes o ultrapassam
Tento fugir
No submundo da razão
Encontro anjos
Todos tentando me dar apoio
Aquele inferno
Aquele demonio
São todos espelhos
Do meu coração
Aqueles anjos
Aquele mundo
É tudo fruto
De uma situação
O demonio sou eu
Chorando fogo
Que arde os olhos
E o coração
Aqueles anjos
São meus amigos
Que me alcançaram
Antes que eu caisse no chão.
Contra-Mão
O sol ofusca
O sol chamusca
O sol derrete o meu olhar
Olhar gelado
Olhar sem vida
Olhar de um homem solitário
A lua cresce
A lua mente
A lua diz ser meu amor
O amor desmente
O amor desdenha
O amor me deixa doente
Um oi aqui
Um oi ali
Um oi sem singificado
Um tchau aqui
Um tchau ali
Um tchau com todo o significado
Te amo aqui
Te amo ali
Te amo mesmo do outro lado
De um véu escuro
Sem corrimão
Me leva direto
À contra mão
Os carros passam
Os carros param
O tempo voa sem sua função
A vida é curta
É dolorida
É sorte sua ter seu amor
Pois eu estou na contra-mão
Mil Palavras
Quanto mais o tempo passa
Mais o Tempo marca em mim
Cicatrizes incuráveis
Lembrançasamigáveis
Um tempo inviável
Que passou e não voltará
Quanto tempo o Tempo levará
Pra me dizer o que quer dizer
Eu demoro à entender
Os recados subliminares
Das poesias e olhares
Por favor, seja direto
Me explique com mil palavras
Me risque na pele
Um calendário de memórias
Pra que eu possa me localizar
Por minutos
Achei que fossem horas
Achei que tinha voltado ao passado
Achei que estava morto
Morte
O Tempo diz que não escapamos
Mas se for nosso objetivo
Um dia morremos felizes
Desde que nosso passado conduza-nos ate ali
E que mil palavras me digam o caminho
Para a felicidade
Sem remorso
sábado, 11 de julho de 2009
Um Pouco Doente
O tic tac do relogio
Ansiedade
O tempo não passa
As horas não correm
O clima ta quente
Mas mesmo assim meu nariz escorre
Sangue
Hemorragias
É só encostar que sinto dor
Todas as minhas feridas estão abertas
Toda a minha alma chora de amor
Cada passo que dou
Um osso trincando
Um corte profundo
Em meu aconchego
Em meu coração
Cado suspiro
Em vão
Meu pulmão não funciona
Minha mente me espanca
Com memórias felizes
De tempos passados
Ah
Como é bom
A doce dor da desilusão
O amargo cheiro da tristeza
Que infectou cara canto do meu coração
Ah
Como odeio
Cada verso deste poema
Cada palavra sentimental
Egoista
Excentrico
Ansiedade
O tempo não passa
As horas não correm
O clima ta quente
Mas mesmo assim meu nariz escorre
Sangue
Hemorragias
É só encostar que sinto dor
Todas as minhas feridas estão abertas
Toda a minha alma chora de amor
Cada passo que dou
Um osso trincando
Um corte profundo
Em meu aconchego
Em meu coração
Cado suspiro
Em vão
Meu pulmão não funciona
Minha mente me espanca
Com memórias felizes
De tempos passados
Ah
Como é bom
A doce dor da desilusão
O amargo cheiro da tristeza
Que infectou cara canto do meu coração
Ah
Como odeio
Cada verso deste poema
Cada palavra sentimental
Egoista
Excentrico
Caldeirão
Ouço um sino
O badalar de um momento
O badalar do coração
Que se quebra congelado
Frio, no relento
Sem dono, sem rumo
O coração de uma criança
Que chora por seus pais
Queria uma vida mansa
Sem sorte, cem trotes
Telefonemas enganosos
Estou eperando sinais de vida
De alguém que não me quer vivo
Disparate
Como pode você deixar de me ligar
Depois do tempo e do badalar
De nossos corações, sempre à borbulhar
Como um caldeirão de paradoxos
O caldeirão hoje é gélido
A minha sopa ja está fria
Você esfriou meu coração
E hoje como memórias
E solidão
O badalar de um momento
O badalar do coração
Que se quebra congelado
Frio, no relento
Sem dono, sem rumo
O coração de uma criança
Que chora por seus pais
Queria uma vida mansa
Sem sorte, cem trotes
Telefonemas enganosos
Estou eperando sinais de vida
De alguém que não me quer vivo
Disparate
Como pode você deixar de me ligar
Depois do tempo e do badalar
De nossos corações, sempre à borbulhar
Como um caldeirão de paradoxos
O caldeirão hoje é gélido
A minha sopa ja está fria
Você esfriou meu coração
E hoje como memórias
E solidão
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Sonata da Amizade
Ele está sempre comigo
Ele me ajuda no que preciso
Ele me empurra quando falta coragem
Ele é o meu melhor amigo
Distancia
Inesperada
Estou perplexo com tudo isso
Grande amigo, grande irmão
Outras vidas se vão
Eu te ajudei
Você me ajudou
Sentimento mútuo
Está é a Sonata da Amizade
Tenha certeza
Que sempre que precisar chorar
Sempre que quiser desabafar
Sempre que não souber o que fazer
Estarei aqui
Pois a amizade é a reencarnação
De almas irmãs
De uma passado desconhecido
De uma vida desconhecida
É por isso que hoje
Te chamo de amigo
Pois um dia ja foi
Meu irmão
Quero Demais
Com uma caneta
Crio fantasias
Sou parabenizado por tal obra
Mas sinto triste
Pois é tudo
Minha obra
Fantasia
Com minha mente
Crio mundos
Sou chamado de louco
Por estar fugindo de uma realidade que não me agrada
Em meu sono
Vivo o passado
Me considero um tolo
Pois a vida não se realiza com o que ja foi realizado
Quero viver o mais rapido possivel
Mas quero viver cada segundo
Quero saber o que tudo isso significa
Mas quero ignorar a importancia de tudo
Quero morrer pra saber o que virá
Quero viver pois tenho medo do desconhecido
Quero você pois ja conheço a sua voz
Preciso conhecer outras vozes para dizer que vivi
Violino
Ouço vozes
Ouço o som de um violino
Ele agrada aos meu ouvidos
Ele dissolve meus pensamentos
E torna tudo sentimento
Canto Soluços
Procurando soluções
Canto promessas e partituras
Transbordando emoções
Uma silhueta
Em posição de batalha
Um músico em batalha
Recebendo aplausos de uma plateia
Completamente impressionada
Com o som de um violino
Sua silhueta
Pautas passaram por meus olhos
Fui jogado em um universo musical
E você era cada nota daquele violino
Um violino tão pequeno
Tão sensivel
Tão forte e agradável
Ao som de seu violino
Derreto por você
Ao tom de cada nota
Desmancho-me de prazer
Foi bom te conhecer
Desolado
Como é bela
A vista daqui de cima deste penhasco
O ar limpo
O chão parece tão longe
É assim que me sinto
Quando me sinto desolado
Acho belo
Acho forte
Acho glória
Acho morte
Acho em você o que falta em mim
Mas não sei o que me falta
Se soubesse
Procuraria em outra pessoa
Mas só você é que me faz ficar assim
Acho belo
Acho forte
Acho glória
Acho morte
Achei-me morto
Sob uma pilha de cadernos
Procurando agendas
Pra encontrar teu número
Achei-me morto
Em uma escada colossal
Subindo lenta e teimosamenta
A procura de um EU imortal
Que aguetasse essa dor
De morrer sem amor
Um amor imortal
Como sempre sonhamos em amar
E pior do que tudo
Morrer sem ter a pessoa amada
Assim se tornam
As pessoas amargas
Amargando o penhasco
Tossindo o ar limpo
Procurando o chão
É assim que me sinto
Quando me sinto desolado
Congelado
Que droga
Apesar de tudo
Acho que sinto a sua falta
Falta dos beijos
Abraços
Falta do aroma
Sabor
Você é rude e insana
Você me tira do sério sempre que tenta
Você ja me fez mal no meu passado
Mas me faz mais mal quando penso no futuro
E quando você não está inclusa nele
Que droga
Pensei que era tão independente
Pensei que ligaria pra mil e uma pessoas
Marcaria encontros
Ligaria pra você
E diria que estou em outra
Mas você me congelou
Num mundo nefasto
De fantasias
Onde você é a protagonista
E meu coração
O berço de toda essa loucura
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Estou Cansado
Ah
Estou cansado
Declamo versos de amizade
Você interpreta sedução
Eu canto mera coincidencias
Você me diz ser perseguição
Jogo palavras simples, gentis
Você me diz que sou meloso
Ah
Estou cansado
Cansado de ser mal interpretado
E quem tento seduzir
Se diz minha melhor amiga
Se diz minha irmã do coração
Me faz sentir-me ao chão
À quem digo que é amor
Diz que confundo meus sentimentos
Diz entender minha confusão
Ah
Estou cansado
Cansado de ser gentil e mal amado
Cansado de ser um bom rapaz
Cansado de ser um mero amigo
Que sempre por ti
É deixado para tráz
primeira | <> | última
Estou cansado
Declamo versos de amizade
Você interpreta sedução
Eu canto mera coincidencias
Você me diz ser perseguição
Jogo palavras simples, gentis
Você me diz que sou meloso
Ah
Estou cansado
Cansado de ser mal interpretado
E quem tento seduzir
Se diz minha melhor amiga
Se diz minha irmã do coração
Me faz sentir-me ao chão
À quem digo que é amor
Diz que confundo meus sentimentos
Diz entender minha confusão
Ah
Estou cansado
Cansado de ser gentil e mal amado
Cansado de ser um bom rapaz
Cansado de ser um mero amigo
Que sempre por ti
É deixado para tráz
primeira | <> | última
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Passos Longos
Passos longos, rápidos
Estou com pressa, ancioso
Suando frio, gelado
Estou com fome de ti
A cada minuto, desesperadamente sinto sua falta
A cada intervalo do dia, parece que se passam dias
Mas porque tanto sentimento por um alguém sem sentimento
Mas porque tanto amor por alguem que não quer amar
Sorri para mim quando precisa
Só liga pra mim quando quer
Corro por ti
A passos longos
Mesmo com toda a minha inflexibilidade...por amor
Mas amo você
Do jeito que é
Me rejeitando
Me usando
Me seduzindo apenas para seu bem querer
É assim que à conheço
É assim que à amo...me apaixono
Você é abusada
Me abusa
E eu respondo
-Sim...deixa comigo
Eu gosto...reclamo...mas gosto
De ti...
Dessa sua mania de querer mandar
Dessa minha mania de te obedecer
Mas quando deixo de ligar
Mas quando digo não à você
Você questiona
Você reclama
Você me ama
Estou com pressa, ancioso
Suando frio, gelado
Estou com fome de ti
A cada minuto, desesperadamente sinto sua falta
A cada intervalo do dia, parece que se passam dias
Mas porque tanto sentimento por um alguém sem sentimento
Mas porque tanto amor por alguem que não quer amar
Sorri para mim quando precisa
Só liga pra mim quando quer
Corro por ti
A passos longos
Mesmo com toda a minha inflexibilidade...por amor
Mas amo você
Do jeito que é
Me rejeitando
Me usando
Me seduzindo apenas para seu bem querer
É assim que à conheço
É assim que à amo...me apaixono
Você é abusada
Me abusa
E eu respondo
-Sim...deixa comigo
Eu gosto...reclamo...mas gosto
De ti...
Dessa sua mania de querer mandar
Dessa minha mania de te obedecer
Mas quando deixo de ligar
Mas quando digo não à você
Você questiona
Você reclama
Você me ama
Choroso e Pomposo
Soam cordas de um violão
Choroso e pomposo
Variando entre a alegria e a desilusão
A cada colcheia
Sentia uma pontada
Sentia uma facada em meu coração
Aquela escala tinha seu nome
Os intervalos eram sonoros
Nos instantes de silencio entendia o recado
Que aquele violão não seria mais usado
Tambores tocavam em tom de trítonos
Tremores tenores de tons demorados
Deixando tomarem-nos dentro de tudo
Tocando devaneios terriveis
Dixando a tristeza tomar-lhe
Tirando a demora de bonitos acordes
Soam as cordas de um violão
Choroso e pomposo
Variando entre a alegria e a desilusão
Choroso e pomposo
Variando entre a alegria e a desilusão
A cada colcheia
Sentia uma pontada
Sentia uma facada em meu coração
Aquela escala tinha seu nome
Os intervalos eram sonoros
Nos instantes de silencio entendia o recado
Que aquele violão não seria mais usado
Tambores tocavam em tom de trítonos
Tremores tenores de tons demorados
Deixando tomarem-nos dentro de tudo
Tocando devaneios terriveis
Dixando a tristeza tomar-lhe
Tirando a demora de bonitos acordes
Soam as cordas de um violão
Choroso e pomposo
Variando entre a alegria e a desilusão
Cai
Cai das nuvens
De cara no chão
Sem colchão
Ferrei o naris
Sangrava
Cai da cama
Você me empurrou
Ferrei a coluna...doeu
Mas você me puxou de volta
Me abraçou...beijou meu pescoço
E disse que não se deixa uma dama sozinha na cama
Cai em mim mesmo
Que caio demais
Caio sozinho
Tropeço em meu próprio tornozelo
Tropeço na barra de minha calça
Tropeço em meus próprios medos e desesperos
Cai das nuves porque sonhei acordado
Cai da cama porque senti medo de estar ao teu lado
Cai do penhasco quando entendi o que senti por você
Cai na solidão quando você me disse que não me amava
E que era só um...um de cada noite
De cara no chão
Sem colchão
Ferrei o naris
Sangrava
Cai da cama
Você me empurrou
Ferrei a coluna...doeu
Mas você me puxou de volta
Me abraçou...beijou meu pescoço
E disse que não se deixa uma dama sozinha na cama
Cai em mim mesmo
Que caio demais
Caio sozinho
Tropeço em meu próprio tornozelo
Tropeço na barra de minha calça
Tropeço em meus próprios medos e desesperos
Cai das nuves porque sonhei acordado
Cai da cama porque senti medo de estar ao teu lado
Cai do penhasco quando entendi o que senti por você
Cai na solidão quando você me disse que não me amava
E que era só um...um de cada noite
domingo, 5 de julho de 2009
72º Concurso de Poesia PORIBIDO PROIBIR.
Ae pessoal...Estou aqui para anunciar que ganhei o 72º Concurso de Poesia da Comunidade PROIBIDO PROIBIR do orkut!
Ele já foi postado aqui, mas estou postando novamente para que não precisem ficar procurando.
Ai está!
Mortes de um Aprendis
Eu só não paro de voar
Pois tenho medo da aterrissagem
Da experiência
Que nunca vivi
Eu só não paro de chorar
Pois não conheço a tranquilidade
Pois tenho sonhos de amizade
Confundida no amor
Eu só não paro de sonhar
Pois tenho medo de acordar
Me deparar com outro mundo
E descobrir um novo eu
Eu só não abro meu coração
Pois não conheço a solidão
Pois quem ama se sente só
Só por não estar perto de quem se ama
Eu só não ligo para você
Pois tenho medo de sua voz
As vezes seca, as vezes fraca
Quando fala comigo com tom cansado
Eu só não acabo comigo mesmo
Pois tenho medo do que virá
Pois tenho medo do que serei
Pois tenho medo de ficar longe de meus medos
Eu sei que assim não vivo vida
Eu sei que a vida não se vive assim
Eu sei que vivo serei feliz
Mas vivo mortes de um aprendis
Que apenas começou a viver.
Pois tenho medo da aterrissagem
Da experiência
Que nunca vivi
Eu só não paro de chorar
Pois não conheço a tranquilidade
Pois tenho sonhos de amizade
Confundida no amor
Eu só não paro de sonhar
Pois tenho medo de acordar
Me deparar com outro mundo
E descobrir um novo eu
Eu só não abro meu coração
Pois não conheço a solidão
Pois quem ama se sente só
Só por não estar perto de quem se ama
Eu só não ligo para você
Pois tenho medo de sua voz
As vezes seca, as vezes fraca
Quando fala comigo com tom cansado
Eu só não acabo comigo mesmo
Pois tenho medo do que virá
Pois tenho medo do que serei
Pois tenho medo de ficar longe de meus medos
Eu sei que assim não vivo vida
Eu sei que a vida não se vive assim
Eu sei que vivo serei feliz
Mas vivo mortes de um aprendis
Que apenas começou a viver.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Sonatas ao Luar
Achei
Uma verdade em suas mentiras
Um passa-tempo em seus afazeres
Você gosta de amar
Mesmo não amando
A quem a acompanha
Você o ama de amor passageiro
Você o quer no surto de querer
Mas espera que um dia o amor piloto a alcance
E que a leve a um universo de belas canções
De lindas sonatas ao luar
Sonatas ao luar
Um piano toca
Oitavas se desmancham a cada período
Os intervalos são chorosos
A cada tríade encontro a razão de te amar
Você me amou
Daquele jeito
Passageiro
Sou o passageiro que vai e vem
Que volta a tomar o mesmo rumo
Sem rumo
Sou um velho amigo
Um velho passageiro
Que toca as mesmas Sonatas ao Luar.
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