Amor se faz como dia e a noite
A lua dorme enquanto o sol acorda
Amor maior sempre à meia noite
Momento sublime, o sol transborda
Os beijos cálidos, a luz da lua
A pele excede sobre os lençois
Não ouço barulhos vindos da lua
Só ouço o cantar de nossos sóis
À luz da lua, ao som do sol
Ouvi poesia de vossos lábios
Ouvi magia de lua e sol
Cravados em mim, em baixo relevo
A marca do tempo em que era lua
Cravado em mim, em alto relevo
A marca no coração
Deixada por suas mãos
A bagunça dos lençóis
A quentura de nós dois, nossos sóis!
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Azar no Jogo
Apaguei a vela ( deixada por romance)
A luz já não havia
Só a quentura dos braços e abraços
Só a ternura dos corações colados
Sorri no escuro
Também a senti sorrir
Nossas gargalhadas eram mudas
As quatro estações estavam ali
Tão bem me sentia
Tanto sentimento não cabia
Amor é sorte, não um dom
Um jogo é dom, e não a sorte
Sorte no amor, azar no jogo
Sou o maior perdedor de jogos.
A luz já não havia
Só a quentura dos braços e abraços
Só a ternura dos corações colados
Sorri no escuro
Também a senti sorrir
Nossas gargalhadas eram mudas
As quatro estações estavam ali
Tão bem me sentia
Tanto sentimento não cabia
Amor é sorte, não um dom
Um jogo é dom, e não a sorte
Sorte no amor, azar no jogo
Sou o maior perdedor de jogos.
domingo, 15 de novembro de 2009
Manhãs de Domingo
Adoro você acordando
Na luz do amanhacer
Quando o tremulo olhar
Lentamente se faz
Em minha direção
Assim acontece o amor
Na luz do amanhacer
Quando o tremulo olhar
Lentamente se faz
Em minha direção
Assim acontece o amor
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Lápide de Porcelana
Ao mesmo tempo
Forte e frágil
A lápide deste morto
A lápide desde morto
Que sustentou toda sua vida
Lutando contra a mesma
E agora é apenas uma lápide
Fragil como a porcelana
Sua imagem pode ser heroica
Solene
Depravada ou odiada
Mas nada mais importa
A única coisa que resta
E deve ser lembrada
É a lápide de porcelana
Que é sempre diferente
A cada ano
Garotos vem e quebram todo natal
Deixam os cacos no chão e gritam com medo de cortarem-se
Mamãe vem arrumar a sujeira
E pensa: Tenho que comprar mais um porta retrato
Forte e frágil
A lápide deste morto
A lápide desde morto
Que sustentou toda sua vida
Lutando contra a mesma
E agora é apenas uma lápide
Fragil como a porcelana
Sua imagem pode ser heroica
Solene
Depravada ou odiada
Mas nada mais importa
A única coisa que resta
E deve ser lembrada
É a lápide de porcelana
Que é sempre diferente
A cada ano
Garotos vem e quebram todo natal
Deixam os cacos no chão e gritam com medo de cortarem-se
Mamãe vem arrumar a sujeira
E pensa: Tenho que comprar mais um porta retrato
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Lua de Mel de Julieta
Nunca quis tanto algo
Como quero agora
Teu corpo colado ao meu
Só nosso momento
E gostaria de sussurrar em seu ouvido
Palavras que só Julieta ouviria em sua lua de mel
Em que um belo romeu lhe entrega uma rosa
Formosa
E nesse momento nosso amor eclodiu
Explodiu
Expeliu palavras cor de amor
Como quero agora
Teu corpo colado ao meu
Só nosso momento
E gostaria de sussurrar em seu ouvido
Palavras que só Julieta ouviria em sua lua de mel
Em que um belo romeu lhe entrega uma rosa
Formosa
E nesse momento nosso amor eclodiu
Explodiu
Expeliu palavras cor de amor
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