Ao mesmo tempo
Forte e frágil
A lápide deste morto
A lápide desde morto
Que sustentou toda sua vida
Lutando contra a mesma
E agora é apenas uma lápide
Fragil como a porcelana
Sua imagem pode ser heroica
Solene
Depravada ou odiada
Mas nada mais importa
A única coisa que resta
E deve ser lembrada
É a lápide de porcelana
Que é sempre diferente
A cada ano
Garotos vem e quebram todo natal
Deixam os cacos no chão e gritam com medo de cortarem-se
Mamãe vem arrumar a sujeira
E pensa: Tenho que comprar mais um porta retrato
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